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Expresso - Dossiês

Expresso - Dossiês
Expresso
  1. Campo Pequeno deve mais de 400 mil euros ao Estado
    A sociedade que explora a praça de touros lisboeta está insolvente e vai ser vendida nos próximos meses
  2. Intervenção no Rio de Janeiro: “Que general tem o controlo sobre 100 mil pessoas? Só se for em Bagdad ou no Afeganistão”
    Uma intervenção militar que é inédita e vai permitir a um único homem, Walter Souza Braga Netto, assumir o controlo de toda a segurança do estado do Rio de Janeiro, polícia militar e civil, bombeiros e guardas prisionais incluídos. No total, são mais de 100 mil pessoas a responder diretamente a uma pessoa, que responderá direta e exclusivamente ao Presidente Michel Temer, que, por sua vez, “e se alguma coisa correr mal nesta intervenção, não poderá fazer nada para afastá-lo”
  3. “Não consigo. Não consigo parar de chorar”: o fenómeno Giovane
    “O topo do mundo é o melhor lugar para nos jogarmos sem medo”: Giovane de Sena Brisotto era um menino, porque aos 31 anos ninguém é muito mais que isso, que dizia coisas destas. Deixou de dizê-las: morreu domingo e a notícia do Expresso que lhe anunciava a morte foi a mais lida durante 24 horas. Um desconhecido a liderar as notícias. “Não consigo. Não consigo parar de chorar”, escreve-nos o homem que filmou Giovane num documentário com nome de Monty Python mas que faz chorar: “O Sentido da Vida”. Esta edição explica porque Giovane, o menino que sabia que ia morrer novo, mexeu assim tanto com os leitores. “Não consigo. Não consigo parar de chorar”
  4. 102 filmes com vampiros libidinosos, dragões que deitam fumo e monstros sinistros de fato e gravata
    “Marrowbone”, do realizador espanhol Sergio G. Sanchez, é o filme de abertura da 38ª edição do Fantasporto, que começa esta terça-feira no cineteatro Rivoli, no Porto, e dura até dia 4 de março
  5. Pior produção de cereais dos últimos 100 anos acentua abandono de terras
    Produção de cereais é a menor do século. Impacto no consumo é quase nulo, mas acentua-se o abandono de terras pelos agricultores. Cerca de 95% dos cereais que comemos são importados e já nem o Pão Alentejano ou o de Rio Maior são feitos com farinhas nacionais