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Expresso - Dossiês

Expresso - Dossiês
Expresso
  1. E se o Programa de Estabilidade for chumbado no Parlamento? Keep cool...
    Mesmo que os deputados aprovem o projeto de resolução do CDS que rejeita o Programa, legalmente o Governo pode mandá-lo para Bruxelas. Mas uma rejeição teria sempre um enorme significado político - tanto em Portugal como na Comissão Europeia. Sete perguntas e respostas para perceber o que se segue depois da votação de quinta-feira
  2. Amélia esteve na Constituinte. Ela e mais vinte deputadas
    Sophia, Beatriz, Helena e Amélia foram deputadas ao mesmo tempo que os seus maridos. Mandatadas pelo povo para redigirem a primeira Constituição da democracia portuguesa, tiveram um papel determinante num Parlamento cheio de fatos e gravatas cinzentos
  3. O papelinho com códigos secretos do 25 de Abril
    Durante 44 anos um papel pequenino permaneceu esquecido num arquivo muito particular: o de Sousa e Castro, um dos homens que esteve na génese do 25 de Abril, encarregado de entregar os últimos planos traçados por Otelo Saraiva de Carvalho para a operação militar que teria lugar no dia 24. O papel foi descoberto por um dos voluntários da Ephemera - Arquivo e Biblioteca de José Pacheco Pereira, Joaquim Matos. O Expresso falou com o próprio Sousa e Castro, com Otelo Saraiva de Carvalho e também com a historiadora Maria Inácia Rezola, reconstituindo parte do que aconteceu na noite e madrugada de 23 para 24, e que dá contexto a essa pequena nota
  4. Já chegou o sistema operativo humano
    A tecnologia está a reforçar a importância das pessoas nas empresas. Não, não é um contrassenso. Uma em cada cinco funções hoje desempenhadas por humanos nas empresas terá desaparecido em cinco anos, mas os gestores estão a apostar cada vez mais na qualificação e motivação do seu talento. Um estudo da consultora Mercer fala de uma nova era na gestão de pessoas, a do “sistema operativo humano”
  5. Do alto da minha torre vos conquisto
    Esta é uma crítica a música feita por músicos: Noiserv foi ver Arcade Fire e saiu do ringue de boxe do Campo Pequeno, em Lisboa, a perceber como é “impressionante a vitalidade que algumas músicas podem ter quando realmente acreditamos nelas”; Manuel Fúria decidiu não ir e explica porquê: “porque luto por um compromisso moral perante a existência”. Mas antes de ler experimente vertigens: a fotografia de Rita Carmo que abre este artigo mostra um dos músicos a olhar para os seus discípulos a partir do seu altar - e é tão comovente quanto triunfal. Os Arcade Fire são assim