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Expresso - Multimédia

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Expresso
  1. Chef Tiger. Uma sopa digna de um rei
    "Ninguém além dos príncipes devem comer pregado, usar veludo ou renda dourada, e interditar estas coisas ao povo, que é, senão a torná-las uma maior estima...", escrevia Michel de Montaigne, no século XVII. Mudaram-se os tempos, mas o peixe ainda é o mesmo. Com louro e azeite, mais duas cenouras e dois alhos, franceses como Montaigne, entre no reino da mais nobre sopa: a de pregado
  2. Chef Tiger. A Páscoa é sempre que um cozinheiro quiser, e como o cozinheiro entender
    Não acredite que os dias do borrego já lá vão, porque a resposta é negativa. E com a lista certa de ingredientes, é sempre possível deixar os convivas contentes. Duas cebolas roxas, meio quilo de maçã, massa quebrada e um pouco de hortelã. Não é por acaso que cozinhar rima mesmo com rimar
  3. Chef Tiger. Quem se ‘luxa’ é o mexilhão
    É sempre assim. Vem o pão, estrela maior da modernidade gastronómica, e garante que é alentejano, o melhor dos melhores. Chega o pimento engalanado e de vermelho vestido. A seguir o ovo, que grita bem algo que sem ele não há omelete. “Tem razão, tem razão”, concordam os alhos, que são quatro e, por isso, importantes. Os coentros, frescos, unem-se ao azeite e ao picante, porque para encontrar a força de uma açorda de exceção é preciso procurar na união. E quem se luxa? Claro, o mexilhão
  4. Um poema para explicar coisa nenhuma
    Nesta quarta-feira dia mundial da poesia, o 2:59 esquece os números e as estatísticas para celebrar o dom da palavra e a magia dos versos com um poema de Herberto Helder, interpretado pela jornalista Raquel Marinho
  5. Chef Tiger. Poema de Pappardelle
    As massas e os pinhões assinalados, Que do branco prato lusitano, Por manjares nunca antes devorados, Passaram além do italiano, Em presunto e pinhões torrados, Mais manjericão do ano. E sob os ovos cozidos nasceu, Uma Pappardelle vinda do céu