(Tri)Vial

1)O Centro de Formalidades de Empresa(CFE) e a Loja do Cidadão- apresentam-se como duas medidas de desburocratização do sistema administrativo português e uma forma simples de "renovar a administração pública" no sentido de a aproximar as estruturas administrativas dos cidadãos e melhor servi-los. A primeira facilitando a constituição de empresas e todos os procedimentos inerentes, a segunda concedendo a possibilidade de se tratar num só local desde bilhetes de identidade, pagamento de impostos, até, por exemplo à aquisição de bilhetes para espectáculos. Estas estruturas, apesar de só disponíveis em Lisboa e Porto, tenderão num processo gradual a instalarem-se nas capitais de distrito. Cá as esperamos!


Isto são medidas efectivas de simplificação e desconcentração administrativas e irão contribuir para uma maior comodidade dos cidadãos.
A partilha de poder e a divisão do poder nunca fez mal a ninguém, porque é de poder que falamos, quando se trata de desconcentração e num nível mais aprofundado de descentralização.

2)A Portugal Telecom e a Secretaria de Estado das Comunicações assinaram um protocolo no sentido de se reduzir as tarifas praticadas na utilização da Internet. Também uma medida de relativa fácil execução foi a instalação de computadores ligados à Internet em todas as escolas secundárias, por obra e graça do Ministério da Ciência e Tecnologia.
Eram promessas da Nova Maioria, que vão de encontro às conclusões do Livro Verde da Sociedade da Informação. Mas acima de tudo, o que se trata aqui é de tentar "apanhar o comboio" das "ferrovias" da informação quando ele já está em movimento, aliás numa altura em que temos que escolher se queremos andar de comboio ou se queremos utilzar uma carroça...
Foram medidas de modernidade e de "bom senso", que permitirão, pelo menos, favorecer o acesso à Internet (e a respectiva familiarização e massificação da Rede) num país tecnologicamente atrasado como o nosso. Também é assim que se "faz Portugal".

3) Com os "Filhos da Estação"(perdão da Nação") a SIC continua "sick". Francamente, "não havia nechechidade" de arranjar manifestações de louras e espectáculos de seitas para aumentar a malfadada quota de audiência. A última "fantasia" da "estação mais doente" teve a ver com partidos políticos. Disse-se, obviamente, mal. Desacreditou-se pura e simplesmente, esquecendo-se o como é importante este media.
Senhores, que procuram notoriedade aparecendo em programas de televisão com o único objectivo de fomentar o descrédito em instituições e valores, neste programa abundam e superam todas as expectativas mais pessimistas de quem vê um programa para ver "se aprende alguma coisa"... aquilo é de uma inutilidade que confrange uma criança !
Já foi dito tanto sobre esta "pornografia intelectual" que a SIC normalmente nos quer vender que quase que já nem há palavras. É que se "o artista é um bom artista"... oh meus amigoszz...!